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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TRE cassa mandato de Juarez Leitão

16-Set-2009
Decisão determina pagamento de multa e convocação de novas eleições

juarez_leito_1.jpgPor quatro votos a dois, os juízes membros do Tribunal Regional Eleitoral cassaram o mandato do prefeito de Feijó Juarez Leitão (PT) e de seu vice, Marcos Cavalcanti (PSB), por abuso de poder econômico e compra de voto. Os advogados do prefeito irão recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A decisão, com base no voto do relator do processo, juiz federal Jair Facundes, determina o afastamento imediato de Leitão e seu vice do mandato, assim como pagamento de multa no valor de 30 mil UFIRs e convocação de novas eleições em 60 dias, já que os dois foram eleitos com mais de 50% dos votos. Diz também que eles não podem disputar a nova eleição.
A ação contra Leitão foi movida pelo candidato derrotado nas eleições municipais de outubro de 2008 Raimundo Pinheiro (PSDB), o Dindim. Em sentença anterior, o juízo eleitoral da 7ª Zona alegou insuficiência de provas para cassar o mandato do prefeito.

Não foi essa a opinião do relator do processo em grau de recurso no TRE, juiz federal Jair Facundes. Segundo ele, há provas suficientes nos autos que caracterizam os crimes de abuso de poder político e captação ilícita de sufrágio (compra de votos). Votaram pela cassação de Juarez Leitão, além de Facundes, as juízas Maria da Penha e Denise Bonfim e a desembargadora Eva Evangelista. Foram contra a cassação os juízes não-togados Maurício Hohenberger e Ivan Cordeiro.

A decisão passa a entrar em vigor na data da publicação no Diário da Justiça Eleitoral do acórdão, que deve ser conferido na sessão desta quinta-feira, 17. Há uma dúvida sobre o cumprimento da sentença, que deve ser dirimida na sessão de quinta-feira em relação ao cumprimento imediato ou aguardo de recursos como em processos de outros prefeitos cassados no Estado, como no caso de Vilseu Ferreira (PP) de Acrelândia, que ingressou com recurso no próprio TRE, perdeu e recorreu ao TSE fora do mandato, tendo sido empossado o segundo colocado nas eleições, o atual prefeito Carlinhos Cesar (PSB). Segundo a assessoria do TRE, somente na conferência do acórdão a questão deve ser definida.

No fim da sessão de ontem, Facundes reafirmou seu voto pela cassação imediata de Juarez Leitão e comunicação ao presidente da Câmara, Cláudio Braga (PT), para assumir o cargo e a convocação de novas eleições em 60 dias. Ele disse também que isso depende, naturalmente, de recursos a serem interpostos por Juarez Leitão.

Enquanto a dúvida não é resolvida, o certo é que quinta-feira Juarez Leitão permanece no cargo. Além disso, como vai recorrer da sentença, é possível que consiga uma liminar para se manter no cargo até o julgamento dos recursos de que dispõe, de acordo com a Justiça Eleitoral.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A VIDA DO SOLDADO DA BORRACHA

Nos anos 40 do século passado, um grande contingente de nordestinos foi trabalhar na coleta do látex nos seringais da Amazônia. Era a época da Segunda Guerra Mundial e eles foram chamados de soldados da borracha.

A segunda parte da viagem do Globo Rural pelo Rio Negro conta como vivem os filhos e netos daqueles seringueiros. Essa é mais uma reportagem especial do Projeto Globo Amazônia.

A expedição sai de Barcelos, município que fica a 400 quilômetros de Manaus. O grupo sobe o Rio Negro rumo noroeste, na direção da fronteira com a Venezuela. O barco que leva a equipe funciona como uma casa. Nele irão navegar nos próximos cinco dias, até encontrar as comunidades ribeirinhas que vivem da piaçaba.

Não é preciso nem descer do barco para encontrar os órfãos da borracha. O comandante, o Mamá, nasceu num seringal e deixou no lugar uma triste lembrança. “Meu avô morreu com picada de cobra. Estava cortando seringa. A jararaca mordeu ele. Ele morreu nesse rio”, contou.

Foi em um dos trechos do rio que o grupo conheceu uma testemunha viva desta época. É o seu Olavo Bento, de 78 anos. Aposentado como soldado da borracha, ele mora com os filhos e ganha dois salários mínimos por mês. Ele ia às pressas para a roça que cultiva no antigo seringal. Ele recebeu uma notícia muito ruim.

“Quando eu cheguei minhas vizinhas disseram que eu iria ter muita raiva. Elas foram ao castanhal e passaram na minha roça. A banana e o abacaxi estavam muito bonitos, mas o bicho comeu toda a roça de mandioca”, lamentou seu Olavo.

O seu Olavo estava ansioso para chegar à roça e espalhar as iscas de veneno que comprou na cidade, antes que as formigas acabassem com o que sobrou. Mas, a pedido da equipe, fez um desvio no igapó, onde antigamente, na época da seca, extraia muita borracha. As marcas dos cortes ainda continuam visíveis nas cascas das árvores.

Então, vamos relembrar um pouco do que foram os dois grandes ciclos de ouro da borracha na Amazônia.

No final do século 19, Manaus, a capital do Estado do Amazonas, era a cidade mais desenvolvida do país. As construções antigas do largo de São Sebastião são um testemunho desta época. A obra mais importante é o Teatro Amazonas, símbolo do ciclo de ouro da borracha no Brasil. É uma história contada na literatura, na música, no teatro, no cinema e mais recentemente na minissérie Amazônia, da Rede Globo.

Na época a Amazônia respondia por 40% do total das exportações do país. Toda a riqueza vinha da floresta, principalmente da seringueira, árvore nativa da Amazônia, também chamada de “a vaca leiteira da selva”.

Mas enquanto os barões da borracha contavam vantagens e se divertiam nos salões, sementes das seringueiras da Amazônia eram contrabandeadas para a Inglaterra, onde foram pesquisadas e depois usadas na implantação dos grandes seringais da Malásia.

Com a chegada da borracha cultivada pela Malásia ao mercado mundial em 1912, os seringais brasileiros foram à falência. Foi um duro golpe. Mas houve uma retomada durante a II Guerra Mundial, quando os japoneses invadiram os seringais da Malásia.

Sem ter onde recorrer, os Estados Unidos resolveram financiar a reativação dos seringais da Amazônia. O episódio marca o início do segundo ciclo da borracha.

Getúlio Vargas criou então a figura dos soldados da borracha, recrutados entre os nordestinos, vítimas da grande seca do início dos anos 40. Milhares de famílias deixaram o inferno da seca para enfrentar a selva e extrair o látex.

Mas tudo não passou de uma grande ilusão. Logo que chegaram à selva, foram escravizados pelos coronéis de barranco que pagavam o látex extraído por eles com mantimentos que custavam o olho da cara.

O segundo ciclo da borracha durou até o final da guerra. Depois, os seringais foram abandonados novamente. A história do seu Olavo resume muito bem o que acontece hoje com os órfãos da borracha. Eles herdaram os seringais abandonados, mas não conseguiram mudar de vida.

“O homem que tira o produto da mata, nunca sobra nada. O atravessador é quem ganha dinheiro”, falou seu Olavo.

Os órfãos da borracha vivem hoje da piaçaba ou piaçava, uma palmeira nativa da região usada na fabricação de vassouras. Mas na época da borracha tinha muito valor porque era usada na fabricação de cordas de navios. No lugar onde vive o seu Olavo as palmeiras de piaçaba são muito raras. O povo do lugar vive da pesca e de pequenas roças. A lavoura dele fica na clareira. No chão se vê os troncos das árvores derrubadas no machado e nem sinal das mandiocas. As formigas comeram tudo. Agora, só resta replantar novamente.

Alonildo, o filho mais novo do seu Olavo, estava só de passagem. Contrariando o conselho do pai, ele prefere continuar no extrativismo. É piaçabeiro. Vive no meio da floresta.

“Eu espero melhorar de vida. Eu não quero para os meus filhos o que estou passando”, falou seu Alonildo.

O seu Olavo não quer deixar a vida dura do extrativismo de herança para o filho. Ele gostaria que o filho se interessasse mais pela agricultura.

De volta a sua casa, o seu Olavo se despede dos netinhos. Enquanto isso, a mulher do Alonildo já arruma a mudança para seguir junto com ele até os piaçabais onde vão passar seis meses trabalhando na colheita. O porquinho do mato também vai. É o bichinho de estimação deles.

A família sobe o rio. No barquinho coberto de palha eles viajam três dias. “Antes de eu me casar, nunca tinha feito nenhuma aventura desse tipo. Me agoniou muito, principalmente por causa das crianças”, disse Vanderlice, mulher do seu Alonildo.

Globo Rural

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fronteira Brasil-Peru via Assis Brasil está fechada


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12/06/2009 - 04:34
Por conta dos protestos contra a lei que permite a exploração de madeira e minério no Peru, o acesso ao país na fronteira do Brasil está fechado. De acordo com a migração peruana na cidade de Iñapari, estão previstas manifestações até sábado (13/6) na região.

Iñapari é cortada pela Rodovia Transoceânica, que liga o Brasil, pelo estado do Acre, ao Peru. No feriado desta quinta-feira, o movimento de veículos na estrada estava bem abaixo do normal, de acordo com moradores de Iñapari e Assis Brasil, cidade que fica na fronteira do lado brasileiro.

Os protestos no Peru começaram na semana passada, na região da Amazônia peruana, e já mataram dezenas de índios e policiais. Segundo a polícia de fronteira peruana, o bloqueio é para evitar que veículos sofram danos e pessoas sejam atingidas por conta dos conflitos nas proximidades.

FONTE: AUGUSTO DINIZ

Acre notícias

segunda-feira, 11 de maio de 2009

LUIZ PEREIRA E SUAS REALIZAÇÕES

O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLÁCIDO DE CASTRO
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão).
d) – 06 Postos de saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 pontes e 26 bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de várias ruas e aberturas de 30
h) – Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo
i) – Colégio Agrícola – Governador Edmundo Pinto
j) – Escola José Machado – Gov. Orleir Cameli
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Gov. Flaviano Melo
m) –Prédio da Câmara Municipal – gov. Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda.
b) – Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. ( Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos)
c) – Motores de popa, máquina de costura, kit construção, kit colono e kit pescador
d) – Terreno para o SESC
e) – 2.600 Dúzias de madeira – Famílias de baixa renda e entidades de classe.
f) – 3.100 Folhas de Brasilite e alumínio
g) – 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000

LUIZ PEREIRA E SUAS REALIZAÇÕES

O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLÁCIDO DE CASTRO
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão).
d) – 06 Postos de saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 pontes e 26 bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de várias ruas e aberturas de 30
h) – Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo
i) – Colégio Agrícola – Governador Edmundo Pinto
j) – Escola José Machado – Gov. Orleir Cameli
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Gov. Flaviano Melo
m) –Prédio da Câmara Municipal – gov. Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda.
b) – Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. ( Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos)
c) – Motores de popa, máquina de costura, kit construção, kit colono e kit pescador
d) – Terreno para o SESC
e) – 2.600 Dúzias de madeira – Famílias de baixa renda e entidades de classe.
f) – 3.100 Folhas de Brasilite e alumínio
g) – 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000

LUIZ PEREIRA E SUAS REALIZAÇÕES

LUIZ PEREIRA E SUAS REALIZAÇÕES

O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLÁCIDO DE CASTRO
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão).
d) – 06 Postos de saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 pontes e 26 bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de várias ruas e aberturas de 30
h) – Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo
i) – Colégio Agrícola – Governador Edmundo Pinto
j) – Escola José Machado – Gov. Orleir Cameli
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Gov. Flaviano Melo
m) –Prédio da Câmara Municipal – gov. Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda.
b) – Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. ( Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos)
c) – Motores de popa, máquina de costura, kit construção, kit colono e kit pescador
d) – Terreno para o SESC
e) – 2.600 Dúzias de madeira – Famílias de baixa renda e entidades de classe.
f) – 3.100 Folhas de Brasilite e alumínio
g) – 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000